Abril, sempre.

Zeca Afonso com cravo vermelho

 

 

25 de Abril

 

 

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E junto habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andersen
in O Tempo das Coisas, 1977

 

 

 

 

A Thatcher morreu… coitadinho do diabo!!!

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… ‘tou cheiínha de pena. A sério. Perdi o apetite e tudo. Coitadinho do diabo! É que agora é que tudo vai mesmo mudar no inferno, e o diabo vai ver exactamente como é que as coisas piam…  (Mais ácido, em inglês, aqui.)

Eu, cá por mim, acho que vou a um dos supermercados multinacionais mais próximos, comprar uma garrafa da mistela gaseificada da Viúva francesa, para fazer luto e carpir tal e qual como a dear-até-que-enfim-que-parecia-nunca-mais-ser-departed merece. ‘Tou no ir. Não me esperem, que volto tarde …